Já disponível a reportagem de rádio realizada sobre a "Co-adopção" e com a entrevista à Coordenadora Joana Graça Feliciano da JS Lisboa Ocidental:
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terça-feira, 25 de junho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
CONVITE
sábado, 25 de maio de 2013
O que é a Igualdade?
Na política, no debate e na discussão, a Igualdade é um fator
virtuoso e estrutural das democracias ocidentais e pós-modernas. A Igualdade de
debate, a liberdade de opinião e a garantia da diferença são direitos
adquiridos e conquistados, no caso português, pela Constituição de 1976.
Mas, por incrível que possa aparecer, a Igualdade em
Portugal continua a ser uma palavra de fácil acesso e uma ação de difícil
resolução.
Ainda recentemente debateu-se a adoção por casais do
mesmo sexo, todas as instituições que estão ligadas ao trabalho das crianças
defendem a abertura para todas as pessoas a escolha de poderem adoptar, para
além, da sua orientação sexual.
No entanto, vemos uma sociedade de pensamento retrógrada,
ainda com um síndrome inquisitório, defendendo estar contra por questões do
foro eclesiástico, espiritual ou por simples HOMOFÓBIA LATENTE.
Preocupa-me que a solução para muitos seja a liberdade
económica do individuo, esses muitos que ao nível dos costumes, da moralidade e
da transformação, roçam o Portugal quinhentista.
Por isso, a JS, de uma forma correta, impulsionou o
debate sobre este e outros direitos ainda não consagrados na lei ou
simplesmente que não estão a ser respeitados no cumprimento da liberdade
democrática da nossa sociedade.
A JS defende a adoção para Tod@s, a JS defende o voto
para o emigrante dentro do princípio de reciprocidade, a JS defende a igualdade
salarial de género, a JS defende a laicização dos organismos públicos, a JS
defende uma viragem para a CPLP e Portugal como ponte para a Europa, a JS
defende os teus direitos!
A JS propõe que um cidadão deve ter o direito de viver em
regime de igualdade respeitando o artigo 13º da nossa Constituição.
Quem discrimina, corrompe ou insulta o outro, não pode nem
deve viver num regime democrático.
Por um Portugal Igual!
Por um Portugal para Tod@s!
Diogo Amaral
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Abril recomenda-se
No dia 25 de Abril a Liberdade decidiu sair à rua de pulmões cheios e de estandartes em haste para descer as ruas desde o Marquês de Pombal ao Rossio.
Nesse dia de calor e vozes intensas a juventude socialista não quis perder o seu direito de manifestação. Diversas secções uniram-se e ergueram a bandeira socialista no alto dos seus punhos gritando avenida abaixo onde estava a sua força: “Liberdade sempre, Fascismo nunca mais".
Numa quinta-feira de Abril o povo não desiludiu os seus antepassados e nem continuou calado. Nessa tarde, passados 39 anos, o desejo por uma nova política foi novamente reclamado não pelos pais dos pais, mas agora pelos netos desses.
Que a liberdade não seja destituída, mas para sempre reclamada! Que a JS não deixe de lutar pelos valores que a acompanham, nem que os jovens deixem passar este tempo que lhes pertence.
Joana Graça Feliciano
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Crónica: O que é ser militante?
Ser militante, quando encarado com seriedade e gosto é um
jogo maior do que abanar bandeiras.
Militante vem associado a uma cor, a um cartão de número
inscrito e a um caminho político e cívico a percorrer.
A militância é um exercício de altos e baixos em que só os
mais astutos e persistentes conseguem atingir o objectivo a que se propõem: não
ser apenas mais um, mas ser um com voz, garra e ideologia - de forma a marcar a
sua posição e levar a sua cor política a vencer.
Sou apologista de uma militância com rigor e não de uma
militância em massa com o simples intuito de preencher as bases.
A política para ser bem executada tem de dar lugar à participação
porque sem ela não consegue subsistir. Essa participação tem de ser praticada com cabeça, tronco e
membros – mas principalmente com “cabeça” porque é dela que surgem novas
ideias, vagas e debate, o que obriga a que a política não seja estática e
amoral.
Nos dias que correm a política é encarada com descrédito,
porque as ideologias originais de cada partido aparentam estar manchadas por
anos de incoerência, de boas e más práticas, líderes e realidades.
Esta situação atribui mais destaque e pertinência à
necessidade de existência de válidas militâncias: nas quais se participa, mas
sobretudo nas quais se quer participar e de forma proactiva.
“Roma e Pavia não se fizeram num dia” e certamente também
não será num único dia que se conseguirá mudar a forma de fazer política, mas
se pensarmos com coerência: os militantes de Hoje poderão ser os líderes de
amanhã…e nada pior do que ter um líder apático e subserviente, porque
simplesmente não se trata de um dirigente. Por esta razão aguardo com uma
atitude optimista uma mudança nas jovens bases partidárias.
Mas atenção, nem todo o quadro que pinto de palavras é negro
e o que realmente nos continua ainda a mover são alguns bons militantes que se
recusam a desistir. Porém, a velha verdade de que “o futuro são os jovens”
nunca fez tanto sentido como nestes dias que correm: vivendo em crise o único
suspiro de alívio e esperança jaz sobre os jovens e sobre estes um futuro que
poderá vir a ser mais promissor.
Por essa velha razão que apresentei é pela qual que aqui me
manifesto: enquanto os dados não forem lançados, continuemos então a aguardar
por uma política e um futuro repleto de mais válidas militâncias e já agora de
futuros válidos políticos.
Joana Graça Feliciano
IGUALDADE - ONTEM, HOJE E SEMPRE!
Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia
Hoje, na Assembleia da República fez-se História:aprovação da co-adopção. A Juventude Socialista Lisboa Ocidental abana hoje e sempre, bem alto, a bandeira da IGUALDADE!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Convite - JS FAUL
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