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terça-feira, 12 de abril de 2016

À conversa sobre o Ensino Superior

Profício debate. É esta a única expressão que pode classificar – de forma perfeita – a conferência realizada pelo JS ZOL no passado dia 17 de Março, no espaço “Império do Cruzeiro”, na freguesia da Ajuda. Com a ilustre presença do deputado Ivan Gonçalves (Sec. Nacional da JS) e do ex-presidente da Associação Académica de Coimbra, Bruno Matias, a zona Ocidental da cidade recebeu mais um serão onde o Ensino Superior foi discutido e debatido, com cerca de três dezenas de pessoas na assistência, esta que não se absteve de comentar, intervir e participar ativamente num debate aberto e divertido, conduzido por pessoas com extraordinária experiência no mundo académico e associativo e moderado pelo coordenador da secção, João Gonçalo.

Tendo o seu início cerca das 22:00, a conferência ficou marcada pela boa-disposição dos oradores e da assistência, seja pelas várias intervenções, seja pelo ambiente de abertura entre estes. Bruno Matias começou por falar da sua experiência enquanto dirigente associativo de uma das maiores instituições associativas do país, revelando um pouco do seu trabalho na estrutura e partilhando algumas histórias de como se preparam as atividades, entre demais assuntos pertinentes e que conseguiram dar uma melhor percepção de como funciona a AAC – fulcral na vida da Universidade de Coimbra e da própria cidade. Ivan Gonçalves, por sua vez, falou da sua experiência enquanto presidente da AE IST e também por entre algum do seu percurso associativo e político, revisitando, a par, histórias do passado e alertando para como se deve moldar o associativismo académico para uma melhor interação entre dirigentes e estudantes.


No final, ficaram os sorrisos e o sentido de dever cumprido por parte do painel e o esclarecimento de todas as questões por parte de outros intervenientes.

Tiago Monteiro

domingo, 24 de novembro de 2013

ENTREVISTA | Davide Amado

1) O que o fez candidatar-se à junta de freguesia de Alcântara
Alcântara acolheu-me desde que vim estudar para Lisboa. Foi a minha primeira casa quando vim estudar Politica Social para o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, na altura em plena Rua da Junqueira. Aqui criei raízes, fiz amigos e desenvolvi o meu percurso político. Foi com naturalidade que recebi o convite do atual Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,  António Costa, para ser o candidato do partido Socialista a Alcântara. Como disse inúmeras vezes na campanha eleitoral não nasci em Alcântara mas fui candidato e sou Presidente por convicção e por ser nesta Freguesia que quero ajudar o País a mudar.

2) Foi fácil ganhar a junta de Alcântara? Envolveu muito trabalho? 
Nada se ganha sem trabalho. No nosso caso esse trabalho foi facilitado por um grupo excecional de pessoas que me acompanhou na preparação destas eleições. É muito reconfortante fazer uma reunião para discutir o programa, para calendarizar ações de campanha ou, muito simplesmente para andar porta a porta a falar com todos os eleitores e ver que temos 20 pessoas ao nosso lado. Pessoas da freguesia, que trabalham todos os dias para ajudar a combaterem os problemas de outros. Uns do PS, outros independentes mas todos com a certeza de ser este o projeto que vai mudar a face de Alcântara.

3) Sentiu que teve apoio/ajuda por parte do PS? 
O PS, quer ao nível da nossa secção quer ao nível do PS Lisboa esteve sempre presente. E a nossa vitória é do Partido também.  Todas as estruturas deram o seu contributo, ajudando na organização e no desenrolar da campanha. Não posso deixar de salientar o papel que a Juventude Socialista teve também em todo este processo. Foram incansáveis e estiveram sempre ao nosso lado! Tenho a certeza que, com estas pessoas, o futuro da Secção ZOL está muito bem assegurado.

4) Qual acha que foram os fatores mais determinantes para ganhar uma freguesia que historicamente fugia ao PS desde 1976? 
Não sei se consigo identificar fatores determinantes. Acho que identificámos bem os problemas da freguesia e optámos por uma estratégia de auscultação a toda a gente. Parece-me que as pessoas sentiam a Junta de Freguesia como uma entidade distante com a qual não tinham qualquer tipo de relação. Faltava diálogo, concertação de posições e de esforços. Sentimos na rua que as pessoas precisavam de se fazer escutar. De dizer o que estava mal e o que devia mudar. Por esse motivo desde muito cedo prometemos apenas duas coisas. Trabalho e escutar toda a gente. Foi ainda muito relevante a ajuda que anteriores candidatos do Partido Socialista à JFA nos deram. A experiência desses ajudou-nos a preparar uma campanha de rua que estou certo ajudou a fazer a diferença.

5) Quais são as áreas onde é mais urgente intervir em Alcântara 
Há muito para fazer em Alcântara. Infelizmente a Freguesia não conseguiu acompanhar a evolução que se tem vindo a dar na cidade de Lisboa. Quase todas as atuais grandes áreas de intervenção da Junta de Freguesia estão deficitárias. Em especial ao nível da Intervenção Social e da gestão do Espaço Público a relação com a CML foi muito deficitária nos últimos anos. Essas serão provavelmente as duas áreas onde é mais urgente intervir. A dinamização da Comissão Social de Freguesia como motor de resposta às muitas carências existentes na Freguesia e o levantamento exaustivo de todos os problemas de mobilidade, limpeza e degradação do espaço público, sejam estes problemas competências da JFA ou da CML são no imediato a nossa maior preocupação.

6) Quais são os projetos que pretende fazer a curto prazo? E a longo? 
A curto prazo terei de referir a preparação da JFA para as novas competências que, a partir do dia 1 de Janeiro de 2014, nos serão delegadas pela CML. A reorganização administrativa da cidade traz para além de novas competências, novas responsabilidades na gestão das autarquias. É todo um novo desafio e uma nova realidade na gestão da cidade. As Juntas de Freguesias de Lisboa vão tornar-se verdadeiros centros de decisão e de aplicação de políticas urbanas não bastando para isso receber verbas do Orçamento de Estado. Temos de nos dotar de infraestruturas, recursos humanos, sistemas de informação e conhecimentos técnicos que nos permitam desenvolver da melhor forma o nosso trabalho.

Como dissemos em campanha o nosso projeto é a pelo menos 8 anos. É esse o tempo que julgamos necessário para mudar a face de Alcântara. Não apenas para quem aqui vive mas para todos os que aqui trabalham e que aqui se deslocam. Alcântara, pela sua riqueza histórica e de Património tem de ser uma freguesia central de Lisboa. Tem de conseguir captar investimentos e emprego, turistas e novas áreas de negócio, saber aproveitar estar entre dois ícones da cidade, Monsanto e o e Rio Tejo. Temos de conseguir fazer com que os Alcantarenses tenham uma substancial melhoria nas suas condições de vida!

Por: Tomás Correia e João Gonçalo

terça-feira, 23 de julho de 2013

JORNAL JS | NES ISCSP

É com grande orgulho que partilho o Jornal NES ISCSP Julho de 2013. Neste jornal estão presentes alguns textos de opinião dos militantes e da coordenação da JS Lisboa Ocidental.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CONVITE

A JS Lisboa Ocidental convida todos os militantes e simpatizantes a participar no debate "Que Democracia? Que Política? Discussão sobre Portugal - os desafios para a sua
sustentabilidade"
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